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This is my blog. Here you will find a little of my history, will have the opportunity to watch my video clips and other artists that I appreciate. Also there are issues about racing and the game "Grand Prix 3" videos produced by me.

Este é o meu blog. Aqui você encontrará um pouco da minha história, terá a oportunidade de assistir aos meus videoclips e de outros artistas que aprecio. Tem também assuntos sobre automobilismo e o game Grand Prix 3 com vídeos produzidos por mim.

2016-10-07

GP de Suzuka

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O circo da F1 desembarca na terra do sol nascente para a disputa do GP de Suzuka, palco de algumas das grandes decisões na história da categoria.

O terceiro título de Piquet ainda na qualificação (1987); os três campeonatos conquistados por Senna (1988-90-91); o duelo épico entre a dupla Senna x Prost (1989), culminando na terceira conquista do piloto francês; A comemoração de Damon Hill, primeiro filho de piloto a tornar-se campeão (1996), quebrando um jejum de 20 anos sem que um inglês erguesse o caneco, desde James Hunt; o bi de Mika Hakkinen (1998-99); a dramática vitória do multicampeão Michael Schumacher no fim do século XX (2000) e superação de um recorde pertencente ao gigante Juan Manuel Fangio, ao conquistar o sexto título da F1 (2003). Muitas são as lembranças, certamente.

Os protagonistas chegam a um momento crítico no campeonato. Hamilton, em tese, parte para o "tudo ou nada". Rosberg tem a missão de administrar a vantagem de 23 pontos, obtida após a quebra do motor em Sepang. Equivale a uma simples vitória de diferença. Todo cuidado é pouco para o alemão.

A disputa ganha um ingrediente que poderá fazer a diferença nessa reta final. O crescimento da Red Bull, que será capaz de "roubar" pontos importantes da dupla da Mercedes.

A equipe garante que episódios como os ocorridos em Barcelona e Spielberg não mais ocorrerão. Que pena.

É esperar e conferir.

2016-10-04

Fazendo história


 
A temporada 2016 da F1 vive mais um duelo entre os "rivais" de equipe Rosberg e Hamilton, ambos da Mercedes.
Certamente, após o azar do piloto inglês no GP de Sepang (Malásia) e, em "condições normais de temperatura e pressão - CNTP", Rosberg está próximo do desejado título na categoria.
O alemão melhorou muito a performance, em comparação com os anos anteriores (2014 e 15). Começou dominando as etapas iniciais, contando com alguns azares de Hamilton, fato que não diminui o mérito de suas conquistas.
Entretanto, a reação do campeão atual no fim da primeira metade do certame, pôs em cheque a crença daqueles que acompanham o "circo" na capacidade do atual vice esboçar uma reação. Hamilton conquistou a liderança.
Com o início da segunda metade, após um mês de intervalo, Rosberg reagiu. É verdade, contando com a sua ótima forma e os azares que, novamente, pairavam sobre o companheiro. Ambos alternaram na parte superior da tabela de classificação até o GP realizado no circuito malaio.
Caso Rosberg confirme o título da temporada, será com justiça, afinal a estatística de sua carreira é digna de um campeão.
Certamente, não detém o talento de seus contemporâneos, os multicampeões Hamilton e Vettel. Juntos, levantaram o caneco 7 vezes nas últimas 8 temporadas.
Porém, trata-se de um piloto muito técnico e que, gradualmente, refinou o seu estilo de pilotagem, a ponto de colocar-se em condições de conquistar o seu primeiro campeonato, desde os tempos de GP2.
E, diga-se, com todo o merecimento.
 

2015-12-15

Valorizar o que é nosso!

O torcedor brasileiro é bastante curioso em sua passionalidade...


Massa é alvo de todo o tipo de crítica e até tornou-se motivo de chacota. Não é para tanto. Trata-se de um grande piloto que teve o seu momento na categoria. Para um segundo piloto, foi até longe demais. 


Disputou o título contra Lewis Hamilton em 2008. Mesmo cometendo inúmeros erros, juntamente com trapalhona Ferrari - sob o comando da italianada, fez algumas grandes corridas e contou com a imaturidade do inglês e os azares de Kimi. Foi a sua única temporada de real destaque.


Após o lamentável acidente sofrido em Hungaroring - aliás, uma fatalidade, Jamais foi o mesmo. Seu ritmo era visivelmente inconstante na fase intermediária das corridas.



Entretanto, exatamente um ano após, fazia uma corrida irrepreensível em Hockenheim. Quem estava na sua "cola" disputando a vitória era Alonso, pedindo passagem para os dirigentes da equipe, que obrigaram o brasileiro a ceder a liderança para o espanhol e abdicar da vitória. Não poderia ser pior. E o pior é que tratava-se do segundo piloto obedecendo a uma ordem de equipe. Nada demais, exceto, por tratar-se de um brasileiro.



Depois de Emerson, Piquet e Senna, doeu vê-lo passar por aquilo. A platéia brasileira esqueceu-se dos outros bons pilotos que passaram pela F1 e não tiveram o mesmo sucesso.

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O Brasil não deixou de fabricar grandes pilotos. Aliás, nunca fabricou. Nossos três super campeões foram uma agradável exceção.


Aos menos, saiu-se melhor do que a Itália, França e Argentina. Estes dois últimos, com recordistas em seu tempo. Respectivamente, Prost e Fangio. Mas, foi só.


Depois de nossos grandes campeões, Barrichello conquistou dois vices e um 3º lugar, graças a uma Ferrari quase imbatível, tanto quanto a dupla formada por ele e Schummy. Uma das melhores de todos os tempos. A mais longeva e vitoriosa na história da categoria.


Não é justo comparar os atuais pilotos brasileiros com os do passado. A categoria era mais democrática. Existe mais do que o talento em jogo. Envolve escolhas, sorte e outros fatores que não se podem controlar.


Massa não teve o mesmo êxito dos campeões. Porém, tem o seu valor.

2015-11-29

Hamilton CAMPEÃO! E pronto!

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Existe sempre uma tendência ao descrédito por parte de muitos, quando alguém como Hamilton ganha campeonatos. Foi Assim com Piquet, Prost, Senna, Schumacher, Hakkinen, etc.
Por mais que o carro seja exepcional, sem um piloto competente para conduzi-lo, as chances de fracassar serão enormes.

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Rosberg acreditou que vencer Schummy aos 40 e com o pescoço remendado seria suficiente para considerar-se um gênio. Por quê então a Mercedes contrataria Hamilton a peso de ouro. O inglês, como qualquer pessoa ou piloto, não é perfeito, assim como Piquet, Senna, Prost , Lauda ou Schummy, que cometiam erros. Mas, convenhamos, é um gênio. Se a Mercedes o favorece ou não, é outra história. Isso sempre aconteceu na F1. Quem acompanha há mais de 30 anos sabe disso. O que Rosberg faz agora é apenas um alento para quem detesta Hamilton ou é fã do alemão. O campeonato acabou e esse é o fato. Por pouco Rosberg não perdeu o vice para Vettel e, somente nas 2 últimas etapas voltou a respirar aliviado. Para o carro que tem, não faz mais do que obrigação em vencer as corridas que restam.
Hamilton não precisa provar mais nada para ninguém. Tricampeão e pronto.
Quanto a F1 de hoje, pode ser chata, comparada aos da 2ª metade da década de 2000 ou final dos anos 1990.

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A McLaren-Honda era um "saco". Colocavam 2 voltas nos concorrentes. Isso sim, era covardia. As corridas nos anos 80 começavam com 26 e terminavam com 6 ou 7 carros. Algumas corridas isoladas foram memoráveis em alguns momentos. Hoje é bem melhor, com certeza.
Bem, como o próprio Rosberg afirmou, seu desempenho melhorou muito após analisar o companheiro e rival. Ou seja, desceu do pedestal, caiu na real e percebeu que só se derrota o inimigo conhecendo-o. Prost, Schmmy, Senna, Piquet, etc. aprenderam como ninguém. Eles, assim como Hamilton e Vettel,  foram e são os "caras" a serem derrotados.

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Para finalizar, todos erram, mas, como disse Patrese, no fim das contas, vence quem é mais corajoso e comete menos erros.

Abraço a todos.

OBS.: sentirei falta dos treinos ao vivo na Globo.